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07/03/06
DOS PEQUENOS AOS GRANDES, A TENDÊNCIA É UMA SÓ
Ferramentas de BI, Web, Custos, Orçamentos, painel de indicadores, e-procurement, são nos últimos anos novas palavras que foram incorporadas aos ambientes de Gestão da Saúde. Ainda recente mas já presente em aproximadamente 10% da rede brasileira, a Tecnologia da Informação (TI) foi descoberta pelos administradores hospitalares, que nela identificaram a solução para maiores e mais precisas informações que pudessem agilizar e qualificar a tomada de decisões.
Foi assim que, quebrando tabus, como o de que traria mais custos do que vantagens, a TI e os sistema de gestão chegaram ao setor de saúde e agora, quase duas décadas depois da estréia, com novas tecnologias agregadas, permite o acesso aos corpos diretivos de todo o complexo, percebendo inclusive a TI enquanto uma área estratégica.
No Rio Grande do Sul, a saúde já está sendo administrada com este enfoque e com visão gerencial e inovadora, destacando inclusive o estado como um dos que efetivamente mais investem na área, fato comprovado na pesquisa de satisfação dos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), realizada pela Secretaria Estadual (SES), verificando a qualidade do serviço e o tempo de espera para realização dos procedimentos. É uma experiência inédita, de um projeto real de avaliação da satisfação dos pacientes nos hospitais brasileiros, que destacou dez hospitais e destes, dez possuíam sistemas de gestão.
Ainda no RS, municípios com menos de 30 000 habitantes como Garibaldi, Carlos Barbosa e Farroupilha investem em seus hospitais São Pedro, São Roque e São Carlos, tanto quanto hospitais de Porto Alegre, apesar da diferença populacional dos municípios ser de mais de 1.360.530 habitantes.
Assim sendo, Jorge Antonio Branco, enquanto presidente da Assespro-RS (Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação, Software e Internet - Regional RS) e diretor da JME Informática S/A , empresa especialista em soluções para gestão da saúde, tem bem claras as perspectivas deste pioneirismo e crescimento, principalmente nas pequenas cidades como mais um dos indicadores que fazem do Rio Grande do Sul, um dos estados com maior qualidade de vida do País.
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